Integra ES acontece em Vitória

No dia 18/07, Vitória recebeu o Congresso Integra ES no auditório do Sinduscon Espírito Santo .

O evento contou com a presença do presidente do Instituto ARC, Prof. Dr. Giovani Agostini Saavedra, o representante da Grant Thornton Brasil– Vitor Pedrozo e convidados locais. 

Pela manhã, ocorreram paineis temáticos que abordaram assuntos sobre a Ética Corporativa e Cultura de Compliance; a Contextualização do Pacote Anticrime e Anticorrupção na história recente do desenvolvimento legislativo do Compliance no Brasil; a influência do pacote anticrime e anticorrupção na realidade empresarial e Investigações Corporativas e tecnologia forense.

Após o almoço, foi realizado um workshop sobre investigações corporativas, Due Diligence e Integridade na Cadeia de Terceiros.

Os Integras Regionais ainda ocorrerão nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A realização é do Instituto ARC com patrocínio da Grant Thornton Brasil.

Salvador recebe o Seminário Integra BA

E dando sequencia ao impulsionamento e fomento da cultura de integridade e Compliance pelo Brasil, foi a vez de Salvador receber o Seminário Integra BA no dia 12 de julho de 2019, no auditório da Fecomércio-BA.

No painel sobre “Investigações Corporativas e Tecnologia Forense”, o seminário contou com as presenças do presidente do Instituto ARC, Prof. Dr. Giovani Agostini Saavedra, e do partner da Grant Thornton BrasilVitor Pedrozo, onde debateram sobre as novas tecnologias e ferramentas utilizadas no processo de investigações.

Após, o painel sobre “Due Diligence, Integridade na Cadeia de Terceiros” contou com as presenças de Alice Gomes (business development manager na LexisNexis Brasil) e do prof. Paulo Sérgio Suzart do Instituto ARC, explicando sobre o processo de diligência e como a tecnologia de ponta pode auxiliar nessa demanda.

Os Integras Regionais ainda ocorrerão nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espirito Santo. A realização é do Instituto ARC com patrocínio da Grant Thornton Brasil e LexisNexis Brasil. 

Instituto ARC e parceiros realizam o Integra MT

Com o objetivo de impulsionar e fomentar a cultura da integridade e Compliance, o Instituto ARC realizou o Congresso Integra MT no dia 03 de julho de 2019, na Universidade Federal do Mato Grosso.

Pela manhã, o presidente do Instituto ARC, Prof. Dr. Giovani Saavedra, participou do painel “Compliance Criminal e o Pacote Anticrime e Anticorrupção proposto pelo Ministro Sérgio Moro“, contextualizando o pacote na história recente do desenvolvimento legislativo do Compliance em nosso país, bem como a influência das medidas na realidade empresarial.

Durante a noite, Vitor Pedrozo (Grant Thornton Brazil) e Alice Stella Gomes (LexisNexis) participaram do painel “Investigações Corporativas, Due Diligence e Integridade na cadeia de terceiros“, onde discutiram sobre as novas tecnologias e ferramentas utilizadas no processo de investigação e Due Diligence.

Os Integras Regionais ocorrerão ainda nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espirito Santo. A realização é do Instituto ARC com patrocínio da Grant Thornton Brasil e LexisNexis.

Aluna da turma 8 do CEC publica artigo sobre Compliance

Luciana Serafim aborda de maneira objetiva uma definição de compliance a partir dos riscos empresariais.


LUCIANA SERAFIM DA S. OLIVEIRA é aluna do CEC 8, advogada, vice-presidente da Comissão de Estudos Permanentes de Compliance da OAB/MT, especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e membro da Comissão Permanente de Estudos de Compliance do IASP e do Compliance Women Committee.

Muitos dizem que compliance vem do verbo to comply e significa estar em conformidade. Mas compliance não é estar em conformidade; ou pelo menos não é apenas isso. Estar em conformidade com a lei, normas e regulamento não é uma inovação do compliance, da lei anticorrupção. Esse conceito está atrelado ao princípio constitucional da legalidade, onde todos devem fazer o que não é vedado no arcabouço legal e, na administração pública somente o que é permitido por ele. E isso, por certo, não decorre do compliance. Se o compliance for tratado unicamente como o “estar em conformidade” suas funções acabam por ser confundidas com aquelas de um departamento ou assessoria jurídica da empresa. Compliance vai além e tem como seu foco principal o risco.

O compliance está relacionado a área do conhecimento que se preocupa, a partir de um cenário futuro que se cria de risco, a definir como a empresa hoje deve ser estruturada para que ele não se torne realidade. Ou seja, podemos dizer que um dos principais enforques do compliance é o risco. E isso não se resolve escrevendo políticas da empresa ou estabelecendo uma norma. É fundamental que se faça uma avaliação de risco adequada, conhecendo profundamente a empresa, o mercado onde atua e as normas que regem sua atividade econômica. Deverá, ainda, ser feito o levantamento do nível de maturidade de compliance da empresa visando o desenvolvimento de ações para formação de uma cultura corporativa vinculada aos padrões éticos, morais e de conduta da empresa e de seus colaboradores. Compliance não é fazer norma, é mudar a empresa.

O compliance está relacionado a área do conhecimento que se preocupa, a partir de um cenário futuro que se cria de risco, a definir como a empresa hoje deve ser estruturada para que ele não se torne realidade

Quando falamos em risco de compliance estamos tratando daqueles riscos decorrentes de sanções legais ou regulatórias que venham a resultar em perda financeira ou de reputação/imagem da empresa, sendo que esta última está atrelada ao como os clientes, acionistas, colaboradores e sociedade como um todo veem a empresa, dando a ela credibilidade ou não. E isso, por óbvio, terá reflexo na sua lucratividade, competitividade e sobrevivência da empresa. Dependendo da abrangência desse risco e do seu impacto na corporação e seus relacionamentos, a empresa pode até mesmo perder incentivos fiscais.

Por certo, sempre que alguma decisão está para ser tomada pela empresa é preciso questionar se aquilo é necessário. E isso só se saberá através de uma avaliação de risco a ser feita em todos os seus setores da corporação. Se determinada área possui relação com o poder público e grande parte do faturamento da empresa decorre dessa relação, este é um ponto importante e merece medidas especificas, a exemplo do estabelecimento de uma política de relacionamento com o poder público. E todo esse trabalho deve gerar evidências de que as coisas aconteceram ou estão acontecendo, ou seja, comprovações práticas.

Então, como podemos diferenciar uma obrigação de compliance de uma obrigação jurídica? As obrigações de compliance não nascem necessariamente de uma norma, mas do risco como fator principal. Na contratação de um empregado o jurídico orienta e analisa as normas trabalhistas que dispõem sobre este ato. Já o compliance verificará o risco dessa contratação, como, por exemplo, eventual relação de parentesco do candidato ao emprego e membros da administração pública com a qual a empresa possui estreita relação. Cabe ao compliance fazer o apontamento do risco através do background check para saber se o empregado pode ou não assumir determinada função, se no seu contrato deve constar alguma cláusula específica, dentre outros. 

Mas é lógico que se as disposições legais para contratação não forem observadas pelo jurídico ou pelo RH, o compliance irá apontar essa falha como um risco, mas o ‘como fazer’ não compete ao compliance. Vê-se, então, que se não houve uma análise a partir do risco não se saberá diferenciar se de fato é uma matéria para ser encaminhada para o departamento jurídico ou para o compliance.

E para que este trabalho seja desenvolvido com seriedade e real compromisso, deve-se ter por premissa que compliance não é igual receita de bolo; não é um pacote básico de serviços. Cada empresa tem seu perfil próprio e o conhecido “cola-copia” não atenderá o objetivo do programa de compliance; aliás, se for assim, poderá piorar a situação da corporação. Deve-se também ter por norte que não existe o jeito certo de fazer a coisa errada, e não cabe ao compliance dar “jeitinho” para encobertar algo que esteja dissociado do que é correto. E se assim agir, não somente a empresa, mas o seu compliance office poderão responder criminalmente por suas ações ou omissões. No Compliance não há meio termo. 

FONTE:
https://www.midianews.com.br/opiniao/compliance-e-o-risco-empresarial/348834

Instituto ARC e parceiros realizam o Congresso Integra RS

O Instituto ARC em parceria com a OAB/RSABRARCFederasul e patrocínio da Grant Thornton Brasil e LexisNexis realizam nos dias 11 e 12/04/19 o Congresso Integra RS, em Porto Alegre.

A abertura do Congresso foi realizada na noite da quinta-feira (11) pela Comissão Especial de Compliance (CECOM) da OAB/RS. O objetivo do evento é reunir profissionais para debater a promoção da cultura, da ética, e da integridade, bem como a discussão de temas como a atualização da nova legislação anticorrupção e criminal.

Na ocasião, a secretária-geral da OAB/RS, Regina Guimarães , e a secretária-adjunta da OAB/RS, Fabiana Da Cunha Barth , deram posse à nova diretoria da CECOM: o presidente, Prof. Dr. Giovani Agostini Saavedra, o 1º vice-presidente, Klyverson Moreno ; o 2º vice-presidente, Vicente Figueiredo ; o secretário-geral Andre Luiz Pontin e os membros Roberta Menegazzo, Rodrigo Moraes de Oliveira e Vinicius Ruas Duarte .

Leia a matéria na íntegra acessando http://bit.ly/2Uw3m34.

Fonte: Renata de Mattos
Assessoria de Comunicação da OAB/RS

Inicia a 8ª turma do Certified Expert in Compliance – CEC

Na noite da última 6a feira (29/03/19), iniciamos a 8a turma do Certified Expert in Compliance – CEC, do Instituto ARC. Na modalidade presencial e EAD, alunos de várias regiões do Brasil participaram do encontro inicial com o presidente do Instituto, Prof. Dr. Giovani Agostini Saavedra, que deu as boas vindas e ministrou a aula sobre “Noções Gerais do Compliance”.

Na manhã de sábado, a aula ocorreu com a Profª. Hella Gottschefsky, abordando a “Introdução à Governança Corporativa”. Encerrando o encontro, o fundador do Instituto ARC, Prof. Dr. Christian de Lamboy – Gerente Executivo GRC da Volkswagen – esteve com os alunos e sua aula foi sobre a “Cultura de Empresas e Compromisso de Liderança”.

Quer ser um profissional especialista e reconhecido na área do Compliance? Fique atento ao prazo das inscrições para a próxima turma do Certified Expert in Compliance – CEC!

Curso de Investigações Internas e Contrainteligência Corporativa

A ESENI – Escola Superior de Ética Corporativa, Negócios e Inovação, em parceria com o Instituto ARC, realizará o “Curso de Investigações Internas e Contrainteligência Corporativa“. A capacitação contará com um corpo docente renomado e atuante na área, com o objetivo de capacitar os alunos a serem especialistas e consultores do setor. Ao término do curso, o aluno realizará a “Certified Expert in Internal Investigations and Corporate Counterintelligence (CEIICC)“.

Os alunos serão orientados a identificar, analisar e coordenar investigações internas e o mundo da contrainteligência corporativa; serão ministradas diversas disciplinas como psicologia forense, investigações digitais, investigações financeiras, compliance digital, gestão de crises, tecnologia forense, aspectos criminais e trabalhistas, análise documental, técnicas de entrevistas e detecção comportamental, riscos de fraudes, riscos operacionais e de tecnologia da informação no ambiente corporativo, inteligência estratégica e corporativa, contrainteligência e contraespionagem, técnicas modernas de obtenção e extrusão de dados e estrutura de um plano de segurança orgânica.

O curso inicia em 26/04/2019, com encontros mensais (um final de semana por mês, de abril até setembro – sexta-feira das 18:30 às 22:45 e sábado das 8:30 às 17:30). Os alunos poderão optar pela modalidade presencial (em São Paulo) ou à distância (EAD).

Para maiores detalhes e inscrição, acesse https://www.instituto-arc.com/ceiicc1/#inscreva-se .

Instituto ARC e Grant Thornton firmam parceria em prol da integridade

No mês de fevereiro, o Instituto ARC e a Grant Thornton firmaram uma parceria para o fomento da cultura do Compliance. Essa é uma união entre a experiência de um grande instituto com a expertise de uma das maiores empresas prestadora de serviços de auditoria, tributos e consultoria.

A Grant Thornton é uma empresa global, presente em mais de 130 países e é uma das maiores organizações contábeis internacionais. Sua marca é reconhecida e respeitada mundialmente pelos órgãos de mercados de capitais e entidades reguladoras. No Brasil, tem um time de 70 sócios e mais de 1200 profissionais em 14 escritórios nas principais capitais do país. Atende a empresas nas mais variadas etapas de crescimento, desde startups a companhias abertas.

Através dessa parceria, serão realizados eventos focados na integridade em diversos estados do Brasil como São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pernambuco e Ceará. Os auditores da Grant Thornton também realizarão o Certified Expert in Compliance – CEC, do Instituto ARC.

A Grant Thornton possui um Programa de Compliance que foi pensado e criado para orientar e conduzir os seus negócios e relacionamento com os seus colaboradores, clientes, parceiros de negócio e todos os demais que possuem interação com a empresa. É uma das formas de potencializar a sua cultura de integridade. Por ter a ética e a integridade intrínsecas aos seus valores, a Grant Thornton é uma das patrocinadoras do maior evento de Compliance do Brasil e das Americas – o Compliance Across Americas.

Conheça mais sobre o Programa de Compliance da Grant Thorton em https://www.grantthornton.com.br/sobre-nos/governanca-corporativa/